Escala para avaliação do grau de dificuldade de acesso da via aerea.

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Grau – I

Totalmente aberta (Grau – I)

Opções de suprimento oxigênio – Via dispositivos externos como: máscara, cateter nasal, tubo nasal, Gaiola ou intubação orotraqueal. 

Grau – I
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Grau – II

Parcialmente aberta (Grau – II)

Opções de suprimento oxigênio – Via dispositivos supraglóticos ou intubação orotraqueal com bougie.

Nota –  Antes de proceder a manobra de intubação, verificar a movimentação livre do guia Bougie dentro do tubo traqueal, antes de inserir o bougie com a extremidade angulada voltada para cima, para obter uma visualização adequada da abertura glótica realize laringoscopia (direta, indireta, videolaringoscopia e nasofibrolaringoscopia)   

Grau – II
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Grau – III

Perda da visão da glote e com visualização da epiglote (Grau – III)

Opções de suprimento oxigênio – Via dispositivos supraglóticos ou intubação orotraqueal com bougie.

Nota –  Antes de proceder a manobra de intubação, verificar a movimentação livre do guia Bougie dentro do tubo traqueal, antes de inserir o bougie com a extremidade angulada voltada para cima, para obter uma visualização adequada da abertura glótica realize laringoscopia (direta, indireta, videolaringoscopia e nasofibrolaringoscopia)   

Grau – III
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Grau – IV

Sem visão da via aérea (Grau – IV)

Opções de suprimento oxigênio – Via punção cricoide, cricotireoidostomia e traqueostomia.

Grau – IV

Animais Braquiocefálicos quando submetidos a anestesia não permite a visualização da entrada da epiglote devido ao prolongamento do palato mole, por esse motivo a escala deve ser revista e reavaliar se realmente será necessário uma traqueostomia. 

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